Há um tempo vinha acalentando a idéia de fazer um trabalho a 4 mãos, onde a poesia fosse escrita por palavra e imagem. Foi daí que convidei a Maína para embarcar nesta viagem – e ela aceitou.
Vai virar um livro. Ela diz que ainda demora uns seis meses, no mínimo, mas eu quero crer que será no máximo!
O que vocês viram abaixo, Ventura, foi o primeiro desenho que ela fez. Enviou-me quase em segredo de Estado, mas eu mostrei para todo mundo, na minha empolgação típica. LN disse: publica hoje no meu blog.
E quando a Maína e o seu amado MS, o venturoso, chegaram em casa, eu dei a notícia. Ela ficou branca e arregalou o olhão azul. “Mas, é só o primeiro, mas não mostrei a ninguém, mas…”. E, por fim, resignou-se “tudo bem, vai”. Pronto, publiquei.
Combinamos de publicar algumas coisas, como “aperitivos”. Os trabalhos iniciais, até atingirmos a tal “maturidade” necessária para o livro. Como minha palavra é basicamente visual, há um período de adaptação entre as duas artes – vocês imaginem que ela quase não usava cor em seus trabalhos e eu escrevo tudo em púrpura incendiada, rubro, sangue, incandescente, ouro, prata cintilante. Daí que agora ela teve que ir em busca de todas as cores de sua paleta – as intensas, as incendiárias.
O desenho do “Ventura” foi feito em lápis de cor, apesar da liberdade poética que tive em utilizar “crayon” no texto. A artista me garantiu que o lápis de cor utilizado é quase crayon, hehe. Achei no blog dela esta foto aqui, que parece ser o resultado de algumas horas de desenho.
Vejam que foto bacana, super colorida!

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