Da ensolarada quadrilha restou esta mania de rodopio que até meu sangue faz dançar a cada vez que ouço teu nome; a cada vez que se anuncia uma chegada, poeira elevada no fim da estrada: talvez ali eu reconheça teu vulto, talvez por aquele caminho se apresente o reencontro.
Apressada, o vestido de algodão; acelerado o peito, o perfume de flor de laranjeira; alma em rodopio, dedos nervosos atam a fita nas tranças — corro à porta, afogueada; lábio entreaberto, espero teu beijo de retorno. Ah!, que quase avisto ali o teu chapéu, é agora, é agora que…
Mas aquela nuvem vermelha se desfaz, é a terra pairando pelo ar, é outra que também rodopia até voltar ao seu leito; nossas esperanças assim assentadas, nosso espírito assim irmanado — um levante acobreado e quente e, então, suspira-se…
Ainda não.

fenix,ficou mto bom, até vi a nuvem de poeira,terra vermelha e a esperança em flor.espero agora a resposta do xs.
quero ver onde vão dar os suspiros.
xs é o dono da palavra,agora.
espero por ele.
romério
RR e Rosinha,
Acho que o XS vai me preparar outra enrascada, hehehe.
O “duelo” está bom, uma delícia.
Beijoooooooooooo
A vida é feita de aindas……..
Lindo!
Beijucas
Van, dos lindos olhos,
pois aguarde que o XS ainda vai responder!
beijooooo