não existias
senão sob meu olhar
pois vivi para te adorar
e te compor
apesar de teu desamor
mas, outro dia
contou-me o bem-te-vi
desde que parti
tua existência é opaca
e teu vulto, ausente
se já não te penso
não respiras
sem pisar meu corpo
como alçar o Paraíso?
teu espelho d’água,
Narciso,
eram os meus olhos

fenix,quantos narcisos haveremos de encontrar, ate’percebermos que sao somente reflexo,miragem.o verdadeiro amor produz sua mmusica propria, e ate’seu eco e’encantador.
Ah Rosinha… tem tanta gente que só se sente vivo através do brilho dos olhos de outro…
Beijoooooo e saudade
renata,
então era esse o poema de narciso?
gostei. o final é contundente.
bjs
Querida Renata
ECO e REFLEXO
” Capciosidades e conflitos, será com o EU ??? ”
Abraços.
Marcílio,
obrigada! E a pobre Eco querendo um que só queria o reflexo. Parece o “Quadrilha” do Drummond. Beijoooooooo
Mário,
no fim, a pobre Eco queria alguém que não conseguia ser nada além de reflexo. E sabe-se lá o tanto que tenha demorado a perceber que sem seu olhar, nem reflexo o Narciso tinha.
Beijoooooooooooo
Esse Narciso não sabe o que perdeu…agora ele provavelmente deve estar sentindo falta do espelho. Beijo!