[...] Fevereiro, 2009 fênix: a partir das insônias, fiz. poetas são malditos e no espanto de revelar limites se martelam. há um poeta assim, em cada [...]
Deus (?) ajuntou um novelo vermelho de ansiedade, mais umas moléculas de água, pendurou umas proteínas, adicionou um par de ácidos graxos. Parou, coçou o queixo, franziu o cenho, decidiu inovar: enfiou no topo um tufo de cabelos de milho. E, como sina ou bênção?, decidiu que minha essência seria a do renascimento.
fênix:
muito boas as “insônias”.
romério
Insônia, seja esta, seja aquela, à beira da mais pura criatividade.
Um abraço;
[...] Fevereiro, 2009 fênix: a partir das insônias, fiz. poetas são malditos e no espanto de revelar limites se martelam. há um poeta assim, em cada [...]
Cheguei aqui do teu blog, vou voltar agora lá para ler o poema. Esta insônia pode ter sido terrível, Romério, mas te rendeu uma pérola. Em furacão.