E se eu me perder e me deixar naufragar? E se eu me deixar dissolver na correnteza?
Mas, se me perco no deserto — se não tenho mar!, só o ar quente e parado, que estala nos ouvidos, me entala na garganta o suspiro.
Mas, se me perco e é só o mormaço do dia estéril.
Arquivado como:Prosa





Oi,
Você está no Balaio, viu?!?
Um abraço.
Moacy,
Obrigada por me publicar no seu espaço. É tamanha honra!
beijooooo
Parabéns, muito legal.
Bjs.
Renata, o Cirne colocou este poema lá no balaio vermelho, vc viu?
é mto bonito.
bj Laura Diz
Oi, Laura, eu vi sim!
Obrigada pela visita. Beijoooooo
E se o avião não subir?
E se, lá de cima, ele cair?
Quem, e quando, te entregrará minha bagagem?
Um coração pulsando de amor.
…entregará….
(pardon)