- ontem à noite eu escrevi, em pensamento, um poema tão bonito!, mas ele se dissolveu em sonhos.
- Veio quase agora – de novo! – o poema que me fugiu ontem. De manso, pela sombra, sussurrante. E farfalhou pelas paredes e sumiu pela janela.
- E esse silêncio é senão aliado da insônia.
- é o desassossego, o luto atravessando a madrugada clara, sou eu insone pela casa, eu de olhos escuros e mãos geladas.
- Tantas coisas a aurora não resolve: tua ausência, meu coração…
- Tem aquela música que toca sempre que eu fecho os olhos — e ela me leva até você.





Renata
há poemas assim, que se dissolvem, e um pedaço de nós se disssolve junto com eles. ..
beijo
Oh, volta!!!