E se traduzem em 140 caracteres, no máximo. E são traduções do turbilhão que permeia toda essa mudez angustiada. Ela é fértil. Ela tem complexidades cuja profundidade desconheço. Ela me encanta e assusta. Ela me enreda.
Sou uma fênix que pia em rompantes cuja intensidade é quase violenta. Mas, se você apertar bem os olhos, vai enxergar talvez uma delicadeza inesperada. Talvez.
agora estou fazendo uma lista de nãos. sendo os mais importantes os que te disse quase sem perceber: os cruciais. mesmo assim, você ficou.
23 minutes ago via web
um fogo aqui me corre nas veias e implora por se soltar em labaredas. sou fênix-dragão? e se eu abrir a boca? e se eu soltar os dedos?
1:11 PM Jul 10th via web
Um grito de perturbar espíritos e arregaçar o bom senso. Quero gritar a loucura e sua liberdade.
10:59 PM Jun 7th via Twitter for iPhone
Quero dar um grito de rachar o asfalto, agourar vizinhos e cachorros; um grito de estilhaços, fúria e sangue.
10:59 PM Jun 7th via Twitter for iPhone
Emaranhada na textura da madrugada fria, emaranhada nas tuas pernas e na tua boca, emaranhada eu me perco e me encontro. E me liberto e vôo.
2:37 AM Jun 7th via Twitter for iPhone
Somos eu e você, despidos e isolados em nós mesmos, a noite do lado de fora e um novo mundo que se descortina para nós.
3:17 PM Jun 4th via Twitter for iPhone
Sou fênix que renasce e docemente se embriaga – me perco e me acho no calor da sua pele. E minha risada que cascateia na madrugada? — Vocé.
7:35 AM May 31st via Twitter for iPhone
Não te pareço noturna nem imperfeita: teus olhos enxergam através do avesso que ora me representa. Teus olhos vêem o pássaro de fogo.
2:22 AM May 25th via Twitter for iPhone
não sei do diálogo, hei de querer falar por beijo — nossas bocas e sua linguagem universal. e o silêncio do entendimento. mais nada.
8:06 AM May 24th via Twitter for iPhone
Sou um pássaro vermelho. À beira de. No vértice, no vórtice. À beira.
12:00 AM May 19th via Echofon
Não contarei a ninguém do meu abandono, nem que perdi aqueles escuros pássaros que me acompanhavam, nem do silêncio das suas penas em êxodo.
1:29 AM May 16th via Echofon
Vermillion Bird – vivo a vertigem de ser ave / no avesso de um verso eterno.
1:25 AM May 16th via Echofon
escrevo da insensatez e das sombras, do que a lua indiscreta revela na calçada- sangue escurecido fundido ao asfalto: incógnito, indiferente
10:54 PM May 10th via web
eu me calei para não espantar os vizinhos, não assustar os cachorros. eu calei um urro violento. eu me calei para não berrar teu nome.
9:15 PM May 8th via web
talvez agora floresçam promessas que já vieram ataviadas de esperança – desde abril. promessas escritas em vermelho. com gosto de chocolate.
1:46 AM May 7th via web

