A saudade lateja tão calma e sutilmente que fica ao fundo, trilha sonora suave que me acompanha pelos dias. E eu prossigo vivendo, com pressa, sem atentar para seus acordes, seu ritmo delicado. Até que me distraio de mim, até que me perco em mim e a ela toda jorra. E me inunda a pele, os nervos, me preenche súbita; me toma por completo teu cheiro, tua boca; me toma de assalto a tua falta, e aquelas noites de amor que vivemos, azuis, azuis…
E findas.


Bom sempre ler alguma coisa sua. um texto cheio de sedução, cheio de sensualismo e vontades.
forte. bem forte, como esta saudade.
Obrigada, Hideraldo…
beijos
gostei da sua volta, renata!
RR
Aos poucos e tateando, Romério. Como quem reaprende.
beijos
Ó Dona Fênix, figura que aparece quando almeja o exílio!
Mas lembre-se, palavra de quem tem os olhos nas horas: o exílio não mora longe e não é aquele envolto no silêncio: o exílio mora perto e vive em exclamantes discussões!
=;B
Preciso ver se o meu exílio desata, então, a falar.
Ou se eu começo a ouvir?
beijos