Por Xico Santos
Vê-la assim, dormindo calmamente ao meu lado pela primeira vez, chega a ser quase irreal; não fosse o leve perfume que emana por entre as dobras dos lençóis, seria um sonho, certamente.
Desenho teu corpo com meus olhos enquanto brinco com uma mecha de cabelo rebelde que insiste em manter o desenho das suas tranças de menina, e chego a temer que a força desse olhar, te acorde…
Minha mulher!
Perdoa-me, se uso assim… um pronome possessivo, num momento tão sublime, é que, diante da certeza de que não foi sonho, na penumbra silenciosa deste quarto, chego a acreditar que ele não soe assim como redoma; mas, útero.
Ao pensar na trajetória deste amor, na força que nos moveu até aqui, penso Read the rest of this entry »
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