Numa terra de morenos, ser ruiva é uma revolta involuntária. *
Deus (?) ajuntou um novelo vermelho de ansiedade, mais umas moléculas de água, pendurou umas proteínas, adicionou um par de ácidos graxos. Parou, coçou o queixo, franziu o cenho, decidiu inovar: enfiou no topo um tufo de cabelos de milho. E, como sina ou bênção?, decidiu que minha essência seria a do renascimento.
Contato: blogdafenix@gmail.com
* Clarice Lispector





Adorei as fotos e o blog. Volto sempre agora. Bjs
RENATA: Olá, Jorge, obrigada pela visita! Bem vindo, beijooooooo
Puxa, postei um coment agora pouco, mas nao resisto a outro…. gostei mesmo de encontrar este blog…. muito lindo o texto acima. Vou enviar para uma ruiva especial que conheço. bjs
Alexandre: manda bala! tomara que ela goste!
Beijooooo
renata:o fernando sabino contava de um poema do
drummond,não me lembro qual,que ele sabino falava
para conseguir namoradas.segundo ele,nunca perdeu uma.
vejo que você já caminha por aí.será que o alexandre
fabian pode falar do impacto causado?
um beijo.
romério
Parece poesia, e é: “Nunca deve valer como argumento a autoridade de qualquer homem, por excelente e ilustre que seja… É sumamente injusto curvar o próprio sentimento em uma reverência submissa para com os outros; é digno de mercenários e escravos e contrário à dignidade da liberdade humana sujeitar-se e submeter-se; é suma estupidez crer por hábito inveterado; é coisa irracional conformar-se com uma opinião por causa do número dos que a esposam. Precisa-se, ao contrário, procurar uma razão verdadeira e necessária.”
Giordano Bruno, 1560
Tu consegues excelentes sons das palavras.
João,
também tenho este vício de ler e ouvir. Ouvir, ouvir, até que soe como música.
Se não soar música, não me realizo.
Beijooooooooooo
Esqueci de dizer antes:
Renata etimologicamente vem de renascida.
Fênix renasce sempre.
Renascer é sempre uma vida nova.
E muitas vidas sempre é bom.
João,
é o estigma – ou dom? dom, então — que trago em essência e nome. Renata, renascida, fênix. Por toda a vida, em todas as vidas.
Beijo.
Álbum de Figurinhas
Ai que saudades que eu tenho
Dos meus álbuns de figurinhas de coleção
Que eu cuidava todo trancham, todo pimpão
Quando guri lá em Itararé
À sombra do lar and jazz
Que os anos não trazem mais.
Bolinho de piruá, capilé de groselha preta
O pai floreando o acordeão ou a clarineta
Eu com gibis do Tarzan ou do Flecha Ligeira
E o álbum que devidamente preenchido dava de brinde
De bola oficial de futebol a panela-de-pressão
Com meu belo ki-chute pretinho
Tomava crush de canudinho, e de boné
Jogava bate-bafo na rua descalça e rapelava
A petizada pidoncha da periferia de Itararé.
Um dia chorei de montão
Porque por mais que a vida por bem ou mal ensine
É a frustração na infância que a desilusão define:
-Deixei de ganhar uma bola da capotão
Porque na minha bendita coleção
Faltou uma figurinha carimbada do Belini.
-0-
Silas Correa Leite – E-mail: poesilas@terra.comr.br
http://www.itarare.com.br/silas.htm
Poema da Série “Eu Era Feliz e Não Sabia”
Querida, postei dois contos no II Semana Erótica e, como foi solicitado, citei os os nome dos autores.
bjos
Hélio
PS: Quando puder, visite meu humilde blog:
http://cubacheiro.blogspot.com
citação de Clarice Lispector? A melhor! Renata, estou adorando seu blog! Abraçoos~
olá,
preciso dizer que amei seus textos. Teu estilo se parece muito com o meu ( ou o q quero chegar a conquistar um dia).
Vou ler sempre p/ me inspirar.
Obrigada
Renata,
Achei seu blog quando criava o meu (ainda em andamento) e me apaixonei pelo conteúdo. Cada vez que aparece no meu RSS um post novo, clico rapidinho para saber a pérola que me espera. Obrigado.
Ah, e tenho que concordar com os outros, até eu me arrepiei quando vi a foto de centenas de ruivos, me deu até medo do terror que eles devem inspirar. Deve ter sido assim que Átila o Huno venceu todas as guerras, só mostrando um bando de ruivos na frente
Não deixe de me informar seu endereço, quando da conclusão! beijooooo e obrigada pelas visitas!
Gostei dos seus textos. São incomuns, intensos e viscerais.
Parabéns!