Feeds:
Posts
Comentários

Posts com Tag ‘Carlos Drummond de Andrade’

Do sonho de eterno fica esse gozo acre na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar. Carlos Drummond de Andrade

Ler o post por completo »

Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. Carlos Drummond de Andrade

Ler o post por completo »

Amiga, como são desnorteantes os caminhos da amizade. Apareceste para ser o ombro suave onde se reclina a inquietação do forte (ou que forte se pensava ingenuamente). Trazias nos olhos pensativos a bruma da renúncia: não querias a vida plena, tinhas o prévio desencanto das uniões para toda a vida, não pedias nada, não reclamava [...]

Ler o post por completo »

O amor, já sei, é jogo de poesia como a poesia é jogo de contrário. Carlos Drummond de Andrade

Ler o post por completo »

A máquina do tempo nos tritura? Ao mesmo tempo cria imagens novas. Renascemos em cada criatura que nos traz do infinito as boas novas. Carlos Drummond de Andrade

Ler o post por completo »

Deus me deu um amor no tempo de madureza, quando os frutos ou não são colhidos ou sabem a verme. Deus — ou foi talvez o Diabo — deu-me este amor maduro, e a um e outro agradeço, pois que tenho um amor.

Ler o post por completo »

Combate

Nem eu posso com Deus nem pode ele comigo. Essa peleja é vã, essa luta no escuro entre mim e seu nome. Não me persegue Deus no dia claro. Arma, à noite, emboscadas. Enredo-me, debato-me, invectivo e me liberto, escalavrado. De manhã, à hora do café, sou eu quem desafia. Volta-me as costas, sequer me [...]

Ler o post por completo »

Destruição

Os amantes se amam cruelmente e com se amarem tanto não se vêem. Um se beija no outro, refletido. Dois amantes que são? Dois inimigos. Amantes são meninos estragados pelo mimo de amar: e não percebem quanto se pulverizam no enlaçar-se, e como o que era mundo volve a nada. Nada, ninguém. Amor, puro fantasma [...]

Ler o post por completo »

É sempre no passado aquele orgasmo, é sempre no presente aquele duplo, é sempre no futuro aquele pânico. É sempre no meu peito aquela garra. É sempre no meu tédio aquele aceno. É sempre no meu sono aquela guerra. É sempre no meu trato o amplo distrato. Sempre na minha firma a antiga fúria. Sempre [...]

Ler o post por completo »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 234 other followers